quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

a cara não nega

"Lanna Holder era lésbica, mas se converteu ao evangelho"


- Minha mãe, que era prostituta, se converteu e comecei a notar a diferença
- Quando cheguei à tal boate, conheci duas mulheres que tinham mais de 50 anos e eram lésbicas apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher.
- Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu.


Deixei a Scania ali fora...

Mira o site dela.
Detalhe para as chamas do inferno.

Montou um tipo de missionário com nome de conta para depositar.
To sentindo cheiro de dinheiro fácil.

videos

Conclusão: só quem não sai do armário que não vai pra buathy.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

cores indefinidas

Mais indeciso que Zac sou eu com as cores das paredes brancas de casa.
Já mandei um azul e o resultado não foi o que eu esperava. Mas acho que um marrom talvez, ou senão, um roxo como na foto. Já vou mandar um papel alumínio para dar um ar retrô.

Cores fortes me cansam.

Conclusão do final de semana: economize no cinema para pagar um pintor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

troca-troca

Enquanto uns e outras foram se espremer no meio de gente louca e se aproveitar da situação - eu já fiz isso! - esse ano fugi de todo tipo de caos: trânsito, filas, falta de comida, gente sem noção e estrangeiros. Com isso, ganhei mais tempo com para ficar com os amigos e aproveitar para dar bastante risada.
E como foi divertido!
Não imaginava que seria tão engraçado ver todos se produzindo com o o que tinha na mala e com o improviso. Foi muito bom.
E a madrugada... até que aguentei bem.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

fica brava não vizinhá

Uma vizinha chata, muito chata. Alguém mais alguém tem ou só eu que mereço?
Agora um outra vizinha falou pra ela que eu a aborreço.
Tá vendo quanta simpatia?

Deve ser por causa das bombas...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

cordial

Antônio Barreto, um cordelista da Bahia, acaba de escrever...

VALE A PENA LER ATÉ O FINAL ESSE CORDEL.

PRA ELE E COMO BONS BRASILEIROS PASSEM PRA FRENTE.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão `fuleiro´
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, `zé-ninguém´
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme `armadilha´.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal...
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal...

FIM

Salvador, 16 de janeiro de 2010.