Coitada!
Um bom filme.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
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A tendência é viver as experiências no nível mental, ausentando-se da realidade. Haverá um sentimento, mantido em segredo por cada pessoa, de que sua condição é especial, superior à dos outros "seres comuns", e merece ser preservada do contato com a pobre realidade.
Há caminhos possíveis diante desta ambientação psicológica: o primeiro é evadir-se para não ver perturbado o mundo mental das utopias perfeitas, fugindo das relações humanas e da vida. O segundo é colocar em prática um pouco do conhecimento captado, vertendo harmonia sobre a existência.
A forma mais elevada da harmonia se manifestar entre os homens é a afetividade. Sobretudo através da atitude afetuosa com as pessoas, estará sendo transmitida a harmonia captada pela mente. O timbre principal da afetuosidade é a ausência de subjugação, intimidação ou imposição das idéias e conceitos sobre as demais pessoas, em suma, tendo atitude pacífica nas relações. Participando com esse tipo de presença, estar-se-á, num trecho de vida normalmente marcado pelo vazio e pelo medo, construindo uma condição de maior realização e felicidade.
3 comentários:
Ótimo, mesmo.
Assisti no festival que rolou ano passado, aqui no RJ.
[ ]'s
http://suburbanimos.blogger.com.br
Paradoxal a humanidade agredir tantos as diferenças que as enriquecem...
li sobre esse filme nessa semana e achei uma boa e agradável surpresa!
te ligo amanhã!
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