quinta-feira, 6 de março de 2008

bandidagem

Hoje fui com meu pai conversar com nosso advogado. O assunto? Nada tão sério; resumindo, são pendências que envolvem um motoqueiro, a politicagem e uma puta infração de trânsito (minha).
Enfim, logo que entrei na sala já me deparei com aquela papelada típica de advogado - que não é pouca coisa. A mesa estava bem organizada mesmo com todas as pilhas de papéis. Como seria a mesa de um advogado público?
Eu não consigo lidar com papéis - com gente, eu vou levando e aprendendo. Um simples recibo de banco, um coprovante de pagamento, uma tele-sena e até revista que eu vejo jogada, tudo, tudo vai pro lixo. Jornal então, fora. Porque se deixar, meu caro, vai acumulando, acumulando e.... já teve uma gavetinha com aquele monte de tranqueira? Então. Nem isso eu quero ter mais.
Fora esses trambiques, eu adorei trocar uma idéia com alguém que procura resolver tantos problemas alheios: briga de foice, roubo de galinhas, separações, pensões, gente caloteira etc etc. Você teria essa paciência? Não confunda, eu ainda não gosto de advogados e muito menos de algo ligado ao governo, como uma delegacia, por exemplo.
Um problema a menos significa algo a menos com o que me preocupar. O que me deixa mais tranqüilo, esperando, até quem sabe, me relaxar numa noite agradável de sono.

Nada como ter contato (físico) com as pessoas e bater um papo sem utilizar a internet. Já pensou como isso faz diferença? Como estamos virtuais. O povo namora pela internet, goza pela internet, nasce e se suicida via internet. E a tenginite? Dá-lhe fisioterapia!
Não vou deixar de usufruir das facilidades da banda larga, porém por ora, quero ouvir, sentir, cheirar, tocar e não simplesmente digitar; e na melhor das hipóteses quem sabe até gozar.
Acompanhado é claro.

Beijo, me liga!

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