quinta-feira, 4 de outubro de 2007

bandeira

Acabei de assistir à Conquista da Honra, o outro filme de Clint.
Não vou resenhar, só dizer a conclusão óbvia - embora não seja essa a finalidade dos filmes.
Comemorar o quê?
Podem fazer festa; bailes com um trio no vocal: duas morenas e uma loira, claro; marcar encontros com o presidente; hastear a bandeira (de novo), etc. Comemorações à parte, não há patriotismo que justifique a guerra.
Estavam celebrando uma cena publicada nos jornais, não a vitória. Muita coisa iria acontecer nesse período, pois muitas mortes viriam.
Eu entendo essa euforia em torno de uma foto. Talvez porque essa era a vontade de todos, do término da guerra para que os filhos voltassem logo para casa.

1 comentários:

rodrigo pohl. disse...

só vi Cartas de Iwo Jima, e gostei bastante. eu gosto de (alguns) filmes de guerra - é interessante ver o quão baixo e animalesco o ser humano pode chegar em nome de uma 'pátria' que não lhe dá a mínima. eu já servi o exército e sei muito bem como é sentir na pele humilhação e reducionismo em detrimento de valores "morais" os quais os próprios militares não seguem. enfim...

filmes de guerra entram na categoria de "exemplos a não serem seguidos". não do comportamento de soldados, q são meras peças num tabuleiro, e sim do sistema.